Dra. Michelle Pontes, médica dermatologista, na Clínica Michelle Pontes em Aracaju
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Coolfaseidade, tipo de pele, combinações e segurança

Não existe idade fixa para começar o Coolfase: a indicação depende do grau de flacidez e da espessura da pele.

Seg a sex, 9h às 21h · Jardins, Aracaju-SE

Dra. Michelle Pontes · médica dermatologista · CRM-SE 4868 · RQE 3103
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Não existe idade fixa para começar o Coolfase: a indicação depende do grau de flacidez e da espessura da pele. A radiofrequência pode ser indicada para diferentes tons de pele, com a energia ajustada a cada pessoa. Como todo procedimento com calor, exige técnica e acompanhamento por profissional habilitada. A combinação com outros recursos e o cuidado com a região dos olhos são definidos pela médica.

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Qual a idade ideal para começar a fazer Coolfase?

Não há idade ideal fixa: o que define a indicação é o grau de flacidez, e não o número da idade. Em geral, o Coolfase é considerado quando aparecem perda de firmeza, contorno menos definido e pele mais fina, o que pode acontecer a partir dos 30 e poucos anos e se intensifica com a idade, o sol e as variações de peso.

Antes disso, a avaliação pode concluir que a pele ainda não pede o tratamento. Depois dos 50 ou 60 anos, o Coolfase segue possível, com a expectativa ajustada ao grau de flacidez. Quando há muita pele sobrando, a conversa inclui a opção cirúrgica.

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Pele negra pode fazer Coolfase com segurança?

Em geral, sim, porque a radiofrequência não tem a melanina como alvo, ao contrário de alguns lasers. Por isso ela pode ser indicada para diferentes tons de pele.

Ainda assim, todo procedimento com calor exige cuidado: a energia é ajustada à tolerância e ao tipo de pele, e a indicação é confirmada na avaliação médica. Depois, o protetor solar diário faz parte do tratamento. Leia também sobre pele negra e tratamento dermatológico.

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O Coolfase pode queimar a pele se for mal aplicado?

Pode, como qualquer procedimento que usa calor: há risco de queimadura e de bolhas, e é por isso que a técnica importa.

O que reduz o risco é a indicação correta, a energia ajustada à tolerância de cada pessoa, o resfriamento da superfície e o contato correto da ponteira. O procedimento é realizado por médica ou enfermeira habilitada, depois da avaliação e do termo de consentimento. Se surgir dor fora do esperado, calor excessivo ou bolhas, avise a clínica na hora.

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O Coolfase pode ser combinado com preenchimento ou toxina botulínica?

Pode, dentro de um plano definido pela médica, em que a ordem e o intervalo entre os procedimentos são decididos caso a caso.

Como o Coolfase usa calor e a toxina e o preenchimento são injetáveis, a médica decide se a radiofrequência vem antes ou depois e com que intervalo. Na região dos olhos, a ordem entre a toxina e o Coolfase importa. Ele também é combinado com a Liftera e com bioestimuladores.

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O Coolfase é indicado para olheiras e região dos olhos?

Para a flacidez das pálpebras e da pele ao redor dos olhos, sim: existe ponteira desenhada para essa área delicada. Para olheira, depende do tipo.

A olheira pode ser pigmentada, vascular, de sombra por perda de volume ou ligada à flacidez, e cada tipo pede um recurso. O Coolfase ajuda quando há pele fina e flácida ao redor dos olhos, e não age sobre pigmento nem sobre a sombra do sulco. Veja a página sobre olheiras.

Em resumo

Em resumo

Não há idade fixa para o Coolfase, e a indicação depende do grau de flacidez. A radiofrequência pode ser indicada para diferentes tons de pele, com energia ajustada e proteção solar diária. Como todo procedimento com calor, exige técnica e acompanhamento por profissional habilitada. A combinação com outros recursos e o cuidado com a região dos olhos são definidos pela médica, caso a caso.

Quem escreve

Responsabilidade
deste conteúdo

Dra. Michelle Pontes, médica dermatologista, CRM-SE 4868, RQE 3103. Diretora Técnica da Clínica Michelle Pontes, em Aracaju.

Este artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. Diagnóstico e tratamento dependem de avaliação individual.

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes
sobre o Coolfase

O Coolfase pode ser feito no corpo todo ou só no rosto?

Pode ser feito no rosto, na região dos olhos, no pescoço e no corpo, cada área com uma ponteira específica. No corpo, as áreas mais comuns são abdômen, braços, coxas e glúteos, em flacidez leve a moderada. A avaliação define quais áreas são tratadas.

O Coolfase no abdômen depois da gravidez funciona para flacidez?

Pode ajudar na flacidez de pele do abdômen depois da gravidez, desde que a gestação e a amamentação tenham terminado, porque o procedimento é contraindicado nesse período. A radiofrequência atua na pele, e não na diástase abdominal, que é uma separação dos músculos. Com excesso de pele e dobras, a indicação costuma ser cirúrgica.

Quem tem prótese metálica pode fazer Coolfase?

Depende de onde está a prótese. Implantes ou próteses metálicas na área a ser tratada contraindicam o procedimento. Como a corrente da radiofrequência monopolar percorre o corpo até a placa de retorno, a médica confere o local e o tipo do implante antes de decidir. Marcapasso e desfibrilador também contraindicam.

O Coolfase deixa o rosto inchado ou vermelho?

Pode deixar, mas em geral de forma leve e passageira: vermelhidão e leve inchaço por algumas horas. As atividades costumam ser retomadas no mesmo dia, sem repouso. Se durarem mais que alguns dias, ou surgirem bolhas ou dor fora do esperado, avise a clínica.

O Coolfase serve para papada ou para gordura no queixo?

O Coolfase trata a flacidez da pele abaixo do queixo e do pescoço, e não a gordura. Se a papada é formada sobretudo por gordura, a avaliação pode indicar outros recursos, e o Coolfase entra, quando faz sentido, para firmar a pele.

Quanto tempo dura o resultado do Coolfase?

Varia com a idade, a qualidade da pele, o sol e o estilo de vida, porque o envelhecimento continua depois do tratamento. O colágeno novo se forma ao longo dos meses, e a médica orienta se novas sessões fazem sentido. Proteção solar diária e cuidado com a pele ajudam a sustentar o resultado.

Fontes consultadas

Referências

  1. Aesthetic applications of radiofrequency devicesClinics in Plastic Surgery (PubMed) · 2016
  2. Cutaneous remodeling and photorejuvenation using radiofrequency devicesIndian Journal of Dermatology (PubMed) · 2009
  3. Nonablative cutaneous remodeling using radiofrequency devicesClinics in Dermatology (PubMed) · 2007
  4. Sociedade Brasileira de Dermatologia: informações ao pacienteSBD
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