Dermatologia pediátrica · Aracaju-SE

Dermatologia infantil em Aracaju:pele de criança não é pele de adulto em miniatura

A pele da criança é mais fina, absorve mais o que se passa nela e reage de forma diferente às mesmas doenças. Isso muda o diagnóstico, a escolha da medicação e a dose — e é por isso que a consulta de uma criança tem conduta própria.

Jardins, Aracaju-SE · Rua Juarez Carvalho, 129

Dra. Michelle Pontes · médica dermatologista · CRM-SE 4868 · RQE 3103
Pele infantilMais fina e permeávelAbsorve mais o que se aplica
Mais comumDermatite atópicaE infecções de pele por vírus e fungo
EstéticaNão realizamosEm menores de idade, só dermatologia clínica
HorárioAté as 21hSem precisar tirar a criança da escola
A especialidade

Por que a criança
precisa de conduta própria

A proporção entre superfície da pele e peso do corpo é muito maior na criança do que no adulto. Na prática, isso significa que um creme aplicado em uma área extensa de uma criança pequena pode ter absorção sistêmica relevante — e é por isso que potência, quantidade e tempo de uso de qualquer medicação tópica são calculados de outra forma.

A pele também é mais fina e a barreira ainda está amadurecendo nos primeiros anos. Irritantes que um adulto tolera — perfume, sabonete antibacteriano, álcool, amaciante — produzem dermatite com facilidade. Boa parte das consultas pediátricas se resolve com ajuste de rotina, antes de qualquer remédio.

E as doenças se apresentam de forma diferente. A dermatite atópica do bebê aparece nas bochechas e poupa a região da fralda; na criança maior, migra para as dobras. Verrugas e molusco contagioso são muito mais comuns. Algumas manchas de nascença pedem apenas observação, outras precisam de acompanhamento programado.

Um princípio que vale repetir: na criança, a primeira pergunta nunca é qual pomada usar. É o que está causando — e se é mesmo necessário tratar.

Queixas frequentes

O que mais trazemos
ao consultório infantil

Seis motivos que respondem pela maior parte das consultas de crianças.

01
Inflamatória

Dermatiteatópica

Pele seca, coceira e placas que vão e voltam. A base do controle é a hidratação diária feita em casa, e a medicação entra nas crises, na potência adequada à idade.
02
Viral

Moluscocontagioso

Pequenas bolinhas peroladas com um ponto no centro, muito comuns entre 2 e 10 anos. Contagioso, espalha com o coçar e com o banho compartilhado. Tem tratamento em consultório — e não deve ser espremido em casa.
03
Viral

Verrugas

Nas mãos e nos pés, frequentemente em crianças que roem unha ou andam descalças. Muitas regridem sozinhas com o tempo; outras pedem tratamento, escolhido para não deixar cicatriz.
04
Fúngica

Micoses

Tinha do couro cabeludo, com falha e fios quebrados, é típica da infância e exige tratamento oral. Pano branco e micose de pele também são frequentes no clima de Aracaju.
05
Contato

Dermatitede fralda e de contato

Assadura, reação a sabonete, a amaciante, a bijuteria e a protetor solar. Resolver a causa costuma resolver o quadro.
06
Nascença

Manchas e sinaiscongênitos

Manchas vinho, manchas café com leite, nevos congênitos e hemangiomas. Alguns desaparecem sozinhos, outros precisam de acompanhamento com foto ou de tratamento em idade específica.
Como é

Como é a consulta
de uma criança

Mais conversa com os pais, exame no ritmo da criança e orientação que caiba na rotina da casa.

  1. História com os responsáveis

    Quando começou, o que piora, o que já foi usado, rotina de banho, escola, animais em casa, alergias na família. Na criança pequena, quase toda a pista vem dessa conversa.

  2. Exame no ritmo da criança

    Sem pressa, com a criança no colo quando isso ajuda. A dermatoscopia não usa agulha nem corte — é só um aparelho de aumento encostado na pele — e costuma virar curiosidade.

  3. Diagnóstico explicado

    Os pais saem sabendo o que é, se pega, se vai passar e o que esperar. Entender a doença reduz a ansiedade e melhora a adesão ao tratamento.

  4. Tratamento proporcional

    Quando possível, ajuste de rotina antes de medicação. Quando a medicação é necessária, com dose e potência calculadas para a idade e a área.

  5. Orientação para a escola

    Quando o quadro é contagioso, como molusco ou tinha do couro cabeludo, orientação clara sobre afastamento — que na maioria dos casos não é necessário.

Sergipe

Sol e criança
em Aracaju

A maior parte da exposição solar acumulada ao longo da vida acontece antes dos 18 anos, e queimaduras solares com bolhas na infância são um dos fatores de risco mais consistentes para melanoma na vida adulta. Em Sergipe, com radiação ultravioleta elevada o ano inteiro e muita vida ao ar livre, a fotoproteção infantil é a medida de prevenção de câncer de pele com maior impacto que existe.

Até os seis meses, a recomendação é não expor o bebê ao sol direto e não usar protetor solar de rotina: proteção é sombra, roupa e chapéu. A partir dos seis meses entra o protetor próprio para a idade, com filtros físicos preferencialmente.

Na criança maior, roupa com proteção UV, chapéu de aba larga e evitar o sol entre 10h e 16h protegem mais do que qualquer creme. O protetor complementa, reaplicado a cada duas horas e após a água — e a quantidade usada costuma ser metade do necessário.

Escola e passeio de praia são os momentos que mais pesam. Vale conversar com a escola sobre a rotina de recreio ao ar livre.

Fotoproteção por idade

  • Até 6 meses: sem sol direto, sem protetor de rotina — sombra, roupa e chapéu
  • 6 meses a 2 anos: protetor infantil com filtro físico, mais barreira física
  • Acima de 2 anos: protetor infantil, reaplicação a cada 2 horas e após a água
  • Sempre: evitar o sol entre 10h e 16h
Segurança

Quem atende
a criança

Medicação na pele infantil exige cálculo de potência, área e tempo de uso.

Responsável técnica

  • Dra. Michelle Pontes, médica dermatologista
  • CRM-SE 4868 · RQE 3103
  • Diretora Técnica da Clínica Michelle Pontes

O que é ato médico

  • Diagnóstico das doenças de pele da infância
  • Prescrição com dose e potência adequadas à idade
  • Tratamento de verrugas e molusco em consultório
  • Acompanhamento de manchas e sinais congênitos

Nossas regras

  • Nenhum procedimento estético em menores de idade
  • Responsáveis presentes em toda a consulta
  • Orientação escrita para casa e, quando preciso, para a escola
Perguntas frequentes

Perguntas frequentes
sobre dermatologia infantil

A partir de que idade o dermatologista atende?

Desde o recém-nascido. Dermatite do bebê, manchas de nascença, assaduras persistentes e hemangiomas estão entre os motivos de consulta nos primeiros meses de vida.

Pediatra ou dermatologista?

Os dois se complementam. O pediatra acompanha a saúde geral e resolve boa parte das queixas de pele. O dermatologista entra quando o quadro não melhora, recidiva, é extenso ou tem diagnóstico duvidoso.

Molusco contagioso precisa ser tratado?

Pode regredir sozinho ao longo de meses, mas costuma se espalhar pelo próprio corpo e para outras crianças, e piora muito em quem tem dermatite atópica. A decisão de tratar é individual, e o tratamento é feito em consultório.

Criança com molusco ou micose precisa faltar à escola?

Na maioria dos casos, não. Orientação de higiene, não compartilhar toalha e cobrir as lesões costumam bastar. A exceção é avaliada caso a caso.

Posso usar a pomada que uso em mim na criança?

Não sem orientação. A pele infantil absorve mais o que se aplica, e a potência adequada a um adulto pode ser excessiva para uma criança, sobretudo em áreas extensas ou em dobras.

Protetor solar pode em bebê?

Antes dos seis meses a recomendação é evitar o sol direto e não usar protetor de rotina — a proteção é sombra, roupa e chapéu. A partir dos seis meses entra o protetor próprio para a idade.

Mancha de nascença precisa ser retirada?

A maioria não. Algumas regridem sozinhas, outras só precisam de acompanhamento. Nevos congênitos grandes e alguns hemangiomas exigem conduta específica, e a avaliação define o momento certo.

Adolescente pode fazer procedimento estético?

Não na Clínica Michelle Pontes. Tratamos acne e doenças de pele em adolescentes, mas procedimentos com finalidade estética só são realizados em maiores de idade.

Vocês atendem à noite para não tirar a criança da escola?

Sim. O atendimento vai até as 21h, de segunda a sexta.

Onde levar meu filho ao dermatologista em Aracaju?

Na Clínica Michelle Pontes, no bairro Jardins, com a Dra. Michelle Pontes, médica dermatologista, CRM-SE 4868 e RQE 3103. Atendimento de segunda a sexta, das 9h às 21h.

Agende em Aracaju

Pele de criança
pede conduta de criança

Dermatologia infantil no bairro Jardins, ao lado do Shopping Jardins. Segunda a sexta, das 9h às 21h.

EndereçoRua Juarez Carvalho, 129
Jardins · Aracaju-SE
WhatsApp(79) 99950-0502
Instagram@dramichellepontes