Dra. Michelle Pontes, médica dermatologista, na Clínica Michelle Pontes em Aracaju
Blog · Flacidez leve

Flacidez no rosto aos 35 ou 40 anoso que fazer?

Aos 35 ou 40 anos, o rosto que começa a cair costuma ter flacidez de leve a moderada, com perda de colágeno e de volume.

Seg a sex, 9h às 21h · Jardins, Aracaju-SE

Dra. Michelle Pontes · médica dermatologista · CRM-SE 4868 · RQE 3103
Resposta curta

Aos 35 ou 40 anos, o rosto que começa a cair costuma ter flacidez de leve a moderada, com perda de colágeno e de volume. O tratamento começa pela avaliação de qual camada cedeu e, em geral, combina ultrassom microfocado, radiofrequência e bioestimulador de colágeno, em etapas. Agir cedo e proteger a pele do sol dá mais margem de escolha, e a indicação depende de exame médico.

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Por que o rosto começa a cair aos 35 ou 40 anos?

Porque o rosto envelhece em camadas, e várias começam a ceder nessa faixa. Entre os 30 e os 40 anos, a pele produz menos colágeno, aparecem as primeiras rugas em repouso e o contorno perde definição.

Também mudam a gordura profunda, que desce em compartimentos específicos, e os ligamentos, que afrouxam. Por isso a mandíbula perde a linha e as bochechas descem. Veja a página sobre flacidez no rosto.

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Qual tratamento é indicado para o rosto que começa a cair?

Depende da camada que cedeu, e o plano costuma combinar recursos.

O ultrassom microfocado age na camada de sustentação, o SMAS. A radiofrequência aquece a derme e melhora a firmeza e a espessura da pele. O bioestimulador de colágeno faz o organismo produzir colágeno, sem dar volume imediato. Quando falta volume em um ponto, o preenchimento com ácido hialurônico entra como complemento.

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Como escolher entre os tipos de bioestimulador de colágeno?

Escolha pelo que a sua pele pede, e não pela marca. Os bioestimuladores mudam na composição, no tempo de ação e na forma de aplicação.

Entre as classes mais usadas estão o ácido poli-L-láctico e a hidroxiapatita de cálcio, e existem outras, como a policaprolactona. Uns têm ação mais gradual, ao longo de semanas e meses, e outros somam um volume inicial a um estímulo de colágeno mais lento.

A médica decide na consulta, pela espessura da pele, pelo grau de flacidez e pela área, e explica o produto e o que esperar dele. Saiba mais sobre os bioestimuladores de colágeno.

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Quantas sessões de bioestimulador são necessárias?

Não existe um número fixo. A quantidade depende do grau de flacidez, da área e da resposta da pele, e é definida na avaliação médica.

Em geral, o tratamento é feito em etapas, com intervalo de semanas, e a médica reavalia antes de decidir a próxima. O efeito é gradual e fica mais evidente ao longo dos meses. Já a Liftera costuma ser feita em uma sessão, e o Coolfase, em três a cinco, com cerca de 30 dias entre elas.

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Quando a tecnologia não basta?

Quando a flacidez é acentuada, com muita pele sobrando, os tratamentos sem cirurgia podem não bastar: não retiram pele nem reposicionam tecido como uma operação.

Aos 35 ou 40 anos, a flacidez costuma ser de leve a moderada, faixa em que essas tecnologias têm indicação. Quando a indicação é cirúrgica, a médica faz o encaminhamento. Leia também sobre flacidez: tecnologia ou cirurgia.

Em resumo

Em resumo

O rosto cede em camadas por volta dos 35 ou 40 anos, e o plano depende de qual camada cedeu. Ultrassom microfocado, radiofrequência e bioestimulador agem em profundidades diferentes e costumam ser combinados, em etapas. O bioestimulador se escolhe pelo que a pele pede, e não pela marca.

Quem escreve

Responsabilidade
deste conteúdo

Dra. Michelle Pontes, médica dermatologista, CRM-SE 4868, RQE 3103. Diretora Técnica da Clínica Michelle Pontes, em Aracaju.

Este artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. Diagnóstico e tratamento dependem de avaliação individual.

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes
sobre tratar a flacidez do rosto

Com que idade a flacidez do rosto começa?

Não há idade fixa. Entre os 30 e os 40 anos, a perda de colágeno se torna perceptível, com as primeiras rugas em repouso e menos firmeza. Genética, sol e variações de peso mudam o momento, e a avaliação mostra em que fase o seu rosto está.

O bioestimulador de colágeno dá volume na hora?

Não. Ele não preenche: estimula a pele a produzir o próprio colágeno, e a firmeza aparece de forma gradual, ao longo dos meses. Para volume imediato em um ponto, o preenchimento com ácido hialurônico pode entrar no mesmo plano de tratamento.

Posso combinar ultrassom microfocado e bioestimulador?

Sim, e é comum. O ultrassom microfocado age na sustentação profunda, e o bioestimulador trabalha o colágeno da pele. A ordem e o intervalo entre os dois são definidos pela médica, dentro de um plano por etapas que olha o rosto como um todo.

A proteção solar ajuda a retardar a flacidez?

Ajuda. O sol acelera o envelhecimento da pele e a perda de firmeza, e em Sergipe a radiação ultravioleta é alta o ano inteiro. O protetor solar diário age na causa e faz parte de qualquer plano para o rosto.

Preciso me afastar da rotina depois dos tratamentos?

Em geral, não. Depois das tecnologias, a pele pode ficar avermelhada e levemente inchada por algumas horas. Depois dos bioestimuladores, podem surgir inchaço e pequenos hematomas, em geral passageiros. A equipe explica os cuidados de cada etapa antes da aplicação.

Como saber se o meu caso é de tecnologia ou de cirurgia?

Só a avaliação médica responde. A dermatologista examina a pele, a sustentação e o contorno, considera o grau de flacidez e a sua expectativa, e diz com transparência se os tratamentos sem cirurgia bastam ou se há indicação cirúrgica, com encaminhamento quando for o caso.

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