Dra. Michelle Pontes, médica dermatologista, na Clínica Michelle Pontes em Aracaju
Blog · Flacidez facial

Flacidez no rosto depois dos 50, pescoço e papadao que dá para tratar sem cirurgia

Depois dos 50 anos, a flacidez costuma envolver mais camadas: pele mais fina, gordura que desceu e menos sustentação.

Seg a sex, 9h às 21h · Jardins, Aracaju-SE

Dra. Michelle Pontes · médica dermatologista · CRM-SE 4868 · RQE 3103
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Depois dos 50 anos, a flacidez costuma envolver mais camadas: pele mais fina, gordura que desceu e menos sustentação. Os tratamentos sem cirurgia ainda podem trazer ganho de firmeza e de contorno, mas têm limite quando sobra muita pele. Cremes e colágeno oral ajudam como complemento, e não substituem o procedimento. A indicação é feita em avaliação médica.

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Flacidez facial depois dos 50: ainda dá para tratar sem operar?

Em muitos casos, sim, com expectativa realista. Nessa faixa, a flacidez em geral é de moderada a acentuada, e o plano costuma combinar recursos que agem em camadas diferentes: o ultrassom microfocado na sustentação, a radiofrequência na pele e o bioestimulador no colágeno.

O tratamento sem cirurgia melhora firmeza e contorno, mas não retira pele nem reposiciona tecido como uma operação. Por isso a avaliação define se a indicação é tecnológica ou cirúrgica. Veja a página sobre flacidez no rosto.

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O ultrassom microfocado funciona para flacidez avançada ou só para casos leves?

Responde mais em flacidez leve a moderada, porque há tecido para responder ao estímulo. Em flacidez avançada, a resposta pode ser insuficiente, e o resultado é mais discreto.

Isso não descarta a tecnologia: quando a pessoa não pode ou não quer operar, ela pode compor o plano, com o combinado claro sobre o que esperar. Quando há muita pele sobrando, a médica explica o limite e encaminha para a avaliação cirúrgica. Conheça a Liftera.

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Flacidez no pescoço e na papada: que tratamentos existem sem cirurgia?

Depende do que forma a papada: pele solta, gordura ou os dois. Essa distinção define o plano e é feita no exame, pela espessura da região, pelo quanto a pele cede e pelo ângulo entre o queixo e o pescoço.

Para a firmeza, a clínica usa tecnologias como a Liftera, que age na sustentação, e a radiofrequência, que trabalha a pele. O pescoço pode ser tratado junto com o rosto, na mesma sessão. Quando o problema é sobretudo gordura, outras opções são avaliadas, e a lipoaspiração da papada é um procedimento cirúrgico. Leia sobre a papada.

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Existe creme que trate a flacidez do rosto?

Existem cremes que melhoram a qualidade da pele, como os com retinoide e vitamina C, e o protetor solar diário, que evita perda adicional de firmeza.

Mas creme não traciona a sustentação nem repõe volume. Para a flacidez que já se instalou, ele não substitui o procedimento. Ativos como o retinol podem precisar de pausa antes de alguns tratamentos, e a médica orienta.

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Colágeno oral funciona para a flacidez do rosto?

As evidências são limitadas. Algumas revisões apontam um benefício pequeno na hidratação e na elasticidade da pele com o colágeno hidrolisado, mas os estudos variam em qualidade e em produto, e os resultados não são uniformes.

Por isso ele é visto como complemento, e não como tratamento da flacidez. Não substitui o procedimento nem o cuidado com o sol.

Em resumo

Em resumo

Depois dos 50, ainda é possível tratar a flacidez sem cirurgia, mas há limite quando sobra muita pele. Na papada, o plano depende de o problema ser pele, gordura ou os dois. Creme e colágeno oral são complementos.

Quem escreve

Responsabilidade
deste conteúdo

Dra. Michelle Pontes, médica dermatologista, CRM-SE 4868, RQE 3103. Diretora Técnica da Clínica Michelle Pontes, em Aracaju.

Este artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. Diagnóstico e tratamento dependem de avaliação individual.

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes
sobre tratar a flacidez do rosto e do pescoço

O resultado dos tratamentos para flacidez dura para sempre?

Não. O envelhecimento continua depois do tratamento, então o resultado se mantém por um tempo que varia com a idade, a espessura da pele, a genética e os hábitos, sobretudo a proteção solar. A manutenção é combinada no plano de cada pessoa.

O tratamento de flacidez tem efeito colateral?

Pode ter. Depois das tecnologias, a pele pode ficar avermelhada e levemente inchada por algumas horas. Depois dos bioestimuladores, podem surgir inchaço e pequenos hematomas. Como em todo procedimento, há riscos, e por isso a avaliação prévia verifica as contraindicações de cada recurso.

Qual é a idade ideal para começar a tratar a flacidez?

Não há idade fixa. A perda de colágeno começa cedo, e a flacidez se torna visível em momentos diferentes, conforme a genética, o sol e as variações de peso. Começar cedo dá mais margem de escolha, e a avaliação mostra em que fase está o seu rosto.

O pescoço pode ser tratado junto com o rosto?

Sim. Rosto, papada e pescoço formam um conjunto, e o plano costuma incluir as regiões que perderam sustentação. A médica define quais áreas tratar, com que tecnologia e em que ordem, e explica o que esperar de cada etapa antes de começar.

Tratar a flacidez precisa de anestesia ou afastamento?

Em geral, as tecnologias são feitas sem anestesia geral e permitem retomar a rotina em seguida, com sensação de calor e leve pressão. A intensidade é ajustada a cada pessoa, e as opções de conforto são combinadas antes da sessão.

Como saber se o meu caso é de tecnologia ou de cirurgia?

Só a avaliação médica responde. A dermatologista examina a pele, a sustentação e o contorno, considera o grau de flacidez e a sua expectativa, e diz com transparência se os tratamentos sem cirurgia bastam ou se há indicação cirúrgica, com encaminhamento quando for o caso.

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